GIN Boomerang 11, primeiras impressões ao Pilotar.

Atualizado: 18 de Fev de 2019


Olá amigos Parapentistas,

Há cerca de 30 dias adquiri um Boomerang 11 e fiz os primeiros vôos diretamente no Campeonato Paulista em Andradas.

Como faz tempo que não escrevo nada Técnico, resolvi deixar minhas impressões, após as primeiras 20 horas na vela:

- Os materiais usados são de primeira qualidade, tendo um cuidado especial no acabamento, com costuras perfeitas, etiquetas da marca protegendo Roldanas do acelerador, roldanas de qualidade, batoques com descanso magnético emborrachado... - As linhas são completamente diferentes da Ozone, tendo uma durabilidade superior e menor manutenção, não precisando da famosa trimagem após 20 horas.

- A decolagem é fácil com vento fraco, como a vela é leve, sobe facilmente pra cabeça. Cheguei a decolar alpina da rampa Noroeste em um dia do Campeonato.

- Em vôo ela tem um planeio de mão alta excepcional, sendo muitoooo superior ao meu antigo Enzo2.

- A vela não gosta de freios! Tem o comportamento indócil quando em turbulência leve o piloto quer corrigir com freio. Isso é facilmente resolvido pilotando pelo B.

- Tem uma tendência chata de bater orelha, o que foi facilmente resolvido com um loop na linha B3, (externa do tirante B).

- Sua melhor performance é 40% acelerado, sendo muito macia de aceleração, talvez pelo curso bem distribuído das duas roldanas do tirante.

- Em Full speed assusta um pouco, pois salta pra 80 % a mais de velocidade. "Eu parti de 38 de mão alta pra 74 km/h acelerado.

- Sobe muitoooo bem em térmica, talvez pelos seus 7,91 de AR e bem arqueada, que é característica desde o Boomerang 4.

- O stoll tende a virar um "cravette" ao contrário, tendo que ter muito cuidado pra não engravatar.

- Ela avisa quando vem o front, com uma pequena perda de pressão no acelerador, indicando hora de alívio parcial.

- Não se deve soltar o acelerador do Full para Zero de uma vez, o pêndulo é animal. Mas ela respondeu bem ao Créu, sem tomar front. Podendo inclusive usar o "B-créu". Rsrsrs.

- As bolas de pilotagem são pouco ergonômicas, em vôo longo dão dor abaixo do dedo mindinho. Uma madeirinha igual ozone seria bem vinda.

- O ponto de stoll é longo, para negativar tem que ser muito barbeiro, sendo praticamente um Rolls Royce pra pousar. Pousa bem e com suavidade, algo estranho pra uma vela rápida.

- Possui velcro pra tirar sujeira das orelhas.

- Construção com muitas células, lembrando muito a Phantom da NOVA.

- Funciona muito bem na espiral, sendo bem dócil com o uso do Anti-G.


Quixadá Aventura tem um boomerang 11 a venda, clique aqui para conhecer-lo.


Enfim, não tomei nenhum colapso de proporções assustadoras.

Estou bem satisfeito com o Parapente, que é muito mais barato que um Enzo 3 e de performance similar.

Um ótimo custo x benefício.

Em tempo:. É um Parapente de Competição, destinado a pilotos de Competição e que voam no mínimo 150 horas por ano em diversas condições de vento e térmica.


Boni - fator Paragliding School


Postado no Facebook publicamente por Carlos Bonifácio



Quixadá Aventura tem um boomerang 11 em seu estoque


609 visualizações

Empresa registrada conforme leis brasileiras

Empresa registrada no ministério do turismo brasileiro
Empresa com seguro de viagem 

CNPJ 30.110.393/0001-57

Company registered according to Brazilian laws
Company registered in the Brazilian Ministry of Tourism
Travel Insurance Company
CNPJ 30.110.393 / 0001-57

2019 por Quixadá Aventura ®™.